Estamos sempre perdendo pedaços de nós, deixando um rastro de pele morta que forma um grande deserto. Estamos em todo lugar e ainda assim solitários. O único lugar que habitamos de fato é nossa consciência e não podemos saber ao certo se tudo aquilo que existe, existe fora de nossas mentes. Se nada existe exceto a percepção, SER é ser percebido. Os outros se tornam oásis, capazes de nos guiar, espalhados pelas dunas de vestígios do nosso EU isolado.